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Caso Prático: Criação das Matrizes de Riscos no TRE-BA

Neste exercício prático, utilizaremos a IA para aplicar os princípios da gestão de riscos do TRE-BA. O objetivo é criar a Matriz de Riscos e a Matriz de Controles para um planejamento de auditoria baseada em riscos, seguindo a metodologia estabelecida pela Resolução Administrativa nº 16/2018, pelo Manual Simplificado (2024) e pelos modelos de Papéis de Trabalho de Auditoria.

Prompt para IA Generativa

Prompt Completo

PERSONA:
Você é um especialista em auditoria e gestão de riscos do TRE-BA. Sua metodologia é estritamente baseada na ISO 31000, no COSO ERM, no Modelo das Três Linhas (IIA) e nas normativas internas do TRE-BA (Manual Simplificado de Gestão de Riscos 2024 e formulários PTA Papéis de Trabalho de Auditoria).

DIRETIVA:
Dado um objeto de gestão de riscos da Cadeia de Valor do TRE-BA, realize passo a passo as seguintes atividades:

PASSO 1: Identifique o CONTEXTO ESPECÍFICO do processo organizacional, considerando os objetivos institucionais do TRE-BA. Mapeie: objetivos/finalidade do processo, unidade gestora (1ª linha), normativos reguladores e partes interessadas.

PASSO 2: Identifique e analise os EVENTOS DE RISCO. Monte a MATRIZ DE RISCOS (baseada no PTA 5.4 e PTR). Classifique cada risco OBRIGATORIAMENTE em uma das dez categorias adotadas pelo Tribunal. Preencha os campos referentes à ANÁLISE DO RISCO usando a Matriz de Probabilidade x Impacto do TRE-BA.

PASSO 3: Identifique os possíveis CONTROLES associados a cada um dos RISCOS. Monte a MATRIZ DE CONTROLES (baseada no PTA 5.5). Avalie o nível de confiança nos controles e determine o Risco do Controle Falhar e a Situação do Controle. Defina o Risco Residual.

PASSO 4: Identifique os TESTES necessários para avaliar os controles em uma auditoria. Monte a MATRIZ DE TESTES.

INFORMAÇÃO ADICIONAL:
A análise de riscos deve seguir estritamente a metodologia do TRE-BA:

Escala de Probabilidade (3 níveis):
- Baixa: Improvável ou rara; circunstâncias pouco indicam a possibilidade.
- Média: Possível; circunstâncias indicam moderadamente essa possibilidade.
- Alta: Provável ou certa; circunstâncias indicam fortemente a ocorrência.

Escala de Impacto (3 níveis):
- Baixo: Pouco importante; não compromete a execução do processo.
- Médio: Importante, mas não compromete a execução; desconformidades moderadas.
- Alto: Muito importante; dificulta ou pode impedir a execução do processo.

Matriz de Risco Inerente (Probabilidade × Impacto):
- Alta × Alto = ALTO | Alta × Médio = ALTO | Alta × Baixo = MÉDIO
- Média × Alto = ALTO | Média × Médio = MÉDIO | Média × Baixo = BAIXO
- Baixa × Alto = MÉDIO | Baixa × Médio = BAIXO | Baixa × Baixo = BAIXO

Nível de Confiança nos Controles (Avaliação do Controle):
- Inexistente: 0% | Fraco: 25% | Mediano: 50% | Satisfatório: 75% | Forte: 95%

Risco do Controle Falhar:
- Calculado como (100% - Nível de Confiança). Exemplo: Se Satisfatório (75%), o risco de falhar é 25%.

Categorias de Risco do TRE-BA (apenas estas dez):
Operacional, Estratégico, Conformidade, Comunicação, Sustentabilidade, Tecnológico, De Pessoal, Orçamentário, Integridade, De Eleições.

FORMATO DE RESPOSTA:
Responda apenas na seguinte estrutura, sendo as três matrizes em tabelas separadas:

## OBJETO DE GESTÃO DE RISCOS
[Nome do processo organizacional]

## CONTEXTO ESPECÍFICO DO PROCESSO
[Objetivos/finalidade, unidade gestora, normativos aplicáveis, partes interessadas]

## MATRIZ DE RISCOS (Análise Inerente - PTA 5.4 / PTR)
[Tabela com os campos: Processo; Objetivos; Código do Risco; Evento de Risco; Categoria de Risco; Probabilidade; Impacto; Risco Inerente]

## MATRIZ DE CONTROLES E RISCO RESIDUAL (PTA 5.5 / PTR)
[Tabela com os campos: Código do Risco; Risco Inerente; Controles Existentes; Avaliação do Controle (Nível de Confiança %); Risco do Controle Falhar (%); Situação do Controle (ex: Controle razoavelmente institucionalizado...); Risco Residual (Baixo/Médio/Alto)]

## MATRIZ DE TESTES DE AUDITORIA
[Tabela com os campos: Código do Risco; Questão de Auditoria; Testes de Auditoria (Substantivo/Observação/etc); Procedimento; Parâmetro para Avaliação]

OBJETO DE GESTÃO DE RISCOS:
[Aguarde o Usuário Inserir o Processo Organizacional]

Insumo

Inclua como insumo os normativos e documentos institucionais referentes ao processo selecionado.

⚠️ É importante incluir o normativo ou procedimento operacional padrão do processo selecionado como insumo para uma resposta mais assertiva do modelo de IA.

Exemplo

Para o objeto CADASTRAMENTO ELEITORAL podemos incluir como insumo os seguintes documentos:

  • Resolução TSE nº 21.538/2003 — Regulamenta o alistamento eleitoral
  • Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965) — Arts. 42 a 82
  • Instrução Normativa TSE sobre o Sistema de Gerenciamento de Informações Eleitorais (SIGE)

Lista de Objetos de Gestão de Risco

Selecione um dos processos organizacionais da Cadeia de Valor do TRE-BA (2021–2026).

Macroárea: Governança e Gestão
  • Planejamento Estratégico Institucional
  • Gestão de Governança e Conformidade
  • Gestão da Transparência e Acesso à Informação
  • Comunicação Institucional
  • Gestão de Riscos Institucionais
  • Gestão da Qualidade e Melhoria Contínua
  • Gestão de Tecnologia da Informação e Comunicação
Macroárea: Processos Finalísticos
  • Cadastramento Eleitoral (alistamento, transferência, revisão)
  • Prestação Jurisdicional Eleitoral (julgamento de recursos e ações)
  • Preparação e Realização das Eleições
  • Diplomação de Eleitos
  • Controle e Fiscalização Partidária (prestação de contas de partidos)
  • Relacionamento com a Sociedade e Educação para a Cidadania
  • Gestão dos Cartórios Eleitorais
Macroárea: Processos de Apoio
  • Gestão de Pessoas (seleção, capacitação, saúde, benefícios)
  • Gestão Orçamentária e Financeira
  • Gestão de Contratos e Licitações
  • Gestão de Infraestrutura e Logística
  • Gestão Documental e Arquivística
  • Gestão de Segurança da Informação
  • Gestão de Telecomunicações e Redes

Resposta Esperada (Exemplo)

Resposta Esperada

Como especialista em auditoria e gestão de riscos do TRE-BA, realizei o mapeamento do processo de Cadastramento Eleitoral, integrante do macroprocesso finalístico de Cadastramento Eleitoral e Partidário. Este trabalho segue rigorosamente as diretrizes da Resolução Administrativa nº 16/2018, o Manual Simplificado de 2024 e os modelos PTA 5.4 e 5.5.


OBJETO DE GESTÃO DE RISCOS

Cadastramento Eleitoral.

CONTEXTO ESPECÍFICO DO PROCESSO

  • Objetivos/Finalidade: Garantir a fidedignidade dos dados do eleitorado, promover a inclusão de cidadãos no processo democrático e assegurar a unicidade e integridade do Cadastro Nacional de Eleitores, mitigando fraudes e duplicidades.
  • Unidade Gestora: Corregedoria Regional Eleitoral (CRE) e Cartórios Eleitorais (1ª Linha).
  • Normativos Aplicáveis: Código Eleitoral (Lei nº 4.737/65), Resoluções do TSE sobre alistamento e revisão.
  • Partes Interessadas: Cidadãos/Eleitores, Partidos Políticos, Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Órgãos de Controle (TCU/CNJ) e Sociedade em geral.

MATRIZ DE RISCOS (Análise Inerente - PTA 5.4 / PTR)

Processo Objetivos Código do Risco Evento de Risco Categoria de Risco Probabilidade Impacto Risco Inerente
Cadastramento Eleitoral Integridade do Alistamento R01 Alistamento de eleitor com dados falsos ou duplicados devido a falhas na conferência documental. Integridade Média Alto ALTO
Cadastramento Eleitoral Acessibilidade ao Serviço R02 Impossibilidade de atendimento ao cidadão dentro dos prazos legais devido à indisponibilidade sistêmica. Tecnológico Média Médio MÉDIO
Cadastramento Eleitoral Exatidão dos Dados R03 Alocação indevida de eleitor em zona/seção incorreta por erros de operação ou georreferenciamento. Operacional Baixa Alto MÉDIO

MATRIZ DE CONTROLES E RISCO RESIDUAL (PTA 5.5 / PTR)

Código do Risco Risco Inerente Controles Existentes Avaliação do Controle (NC) Risco do Controle Falhar Situação do Controle Risco Residual
R01 ALTO Identificação Biométrica sistêmica; Validação documental no atendimento (normativos e manuais). Satisfatório (75%) 25% Controle institucionalizado e seu desenho se mostra adequado para mitigar o risco a um nível aceitável, embora passível de aperfeiçoamento. MÉDIO
R02 MÉDIO Sistema de Agendamento Online; Planos de contingência de TI. Mediano (50%) 50% Controle razoavelmente institucionalizado, podendo falhar, porque seu desenho não contempla todos os aspectos relevantes do risco. MÉDIO
R03 MÉDIO Auditoria de Lotes de Dados no ELO; Treinamento dos servidores. Mediano (50%) 50% Controle razoavelmente institucionalizado, podendo falhar, porque as ferramentas que o suportam não são adequadas. MÉDIO

MATRIZ DE TESTES DE AUDITORIA

Código do Risco Questão de Auditoria Testes de Auditoria Procedimento Parâmetro para Avaliação
R01 A identificação biométrica e documental impede efetivamente o registro múltiplo ou fraudulento? Teste Substantivo: Inspeção documental. Cruzar uma amostra de Requerimentos de Alistamento (RAEs) físicos com os dados aprovados no sistema ELO. 100% de conformidade entre documento físico arquivado e registro digital no ELO.
R02 O sistema de agendamento suporta a demanda e garante o atendimento contínuo? Teste de Observação e Análise Analítica: Acompanhamento de logs e relatórios. Analisar logs de disponibilidade dos sistemas de cadastro e relatórios de tempo médio de espera nos cartórios nos meses que antecedem o fechamento do cadastro. Disponibilidade do sistema superior a 98% no horário de expediente; Tempo de espera dentro da meta institucional.
R03 Os procedimentos de auditoria detectam erros de domicílio eleitoral antes da geração dos cadernos? Teste de Reexecução (Reperformance): Verificação de lote. Selecionar amostra de novos eleitores e reexecutar a lógica de distribuição de seções por endereço. Ausência de erros de geolocalização e alocação na amostra testada.